São Marcos - RS - Prefeitura Municipal

 

Nota de esclarecimento da Secretaria Municipal de Saúde

06/03/2014

A Secretária Municipal de Saúde, Marieli Beatris Soldatelli Sandri, vem a público prestar esclarecimentos com relação à matéria veiculada no site do Jornal São Marcos Online, no dia 04 de março, questionando a metodologia de trabalho e o funcionamento das ambulâncias da Prefeitura Municipal.

É importante destacar que a população de São Marcos conta com os serviços de três ambulâncias, sem contar a do SAMU, as quais são destinadas aos atendimentos de urgência e emergência, translados de pacientes entre hospitais, das residências para os hospitais e dos hospitais para as residências. Este serviço atende pacientes do SUS, bem como do privado (particulares e portadores de planos de saúde).

Sobre o fato ocorrido no dia 27 de fevereiro com o paciente Jardelino Scodro, a Secretária vem a público informar que foi solicitado o serviço de transporte para o paciente e que este foi informado que a previsão de chegada da ambulância para a sua remoção seria em torno das 15h e 30min do dia 27/02. O translado seria realizado do Hospital Pompéia para a residência do Sr. Jardelino.

De fato a frota de ambulâncias do município contava com uma das ambulâncias em manutenção, uma em Porto Alegre e outra em Caxias do Sul, ambas transportando pacientes, tudo com os respectivos registros internos.

Antes da ambulância que estava em Caxias do Sul realizar o translado do paciente que já utilizava este serviço, foi constatado um problema mecânico no veículo e o mesmo foi encaminhado para manutenção, atrasando a remoção do paciente e, por consequência, atrasando o atendimento do Sr. Jardelino. Assim que a ambulância efetuou o transporte do primeiro paciente, foi imediatamente enviada para buscar o Sr. Jardelino.

Oportuno referir que o serviço solicitado pelo usuário do transporte do hospital para sua residência foi acionado e disponibilizado ao mesmo por duas ocasiões, nos dias 26 e 27 de fevereiro. No entanto, por razões alheias à vontade do município, o serviço de transporte não chegou a ser concretizado, conforme já elucidado acima.

Outro fator que merece análise é o não atendimento das ligações realizadas pela família, visto que, ao invés de serem realizadas diretamente para a central, foram realizadas para o número de telefone de uso particular do condutor da ambulância, o qual não atendeu.

Ao contrário do que foi citado na reportagem, o município não ficou sem ambulâncias, visto que as mesmas estavam realizando atendimentos. Todos os veículos que transportam pacientes recebem manutenção sempre que necessário, haja visto os R$ 53.658,62 gastos em 2013 e os R$ 12.891,02 gastos em 2014 na manutenção destes veículos. Sabemos que houve um atraso no atendimento ao chamado, porém é necessário que avalie também que veículos como estes estão sujeitos a falhas e a serviços de manutenção de emergência, tal qual aconteceu no dia citado.

Sem mais.
Marieli Beatris Soldatelli Sandri
Secretária Municipal de Saúde.


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